Quem não procura, não sente sua falta.

Quem não sente sua falta, não o(a) ama.

O destino determina quem entra na sua vida, mas você decide quem fica nela.

A verdade dói só uma vez. A mentira cada vez que você lembra.

Então, valorize quem valoriza você e não trate como prioridade que te trata como opção.

Os contos-de-fadas não ensinam às crianças que dragões existem.

As crianças “já sabem” que dragões existem.

O que os contos-de-fadas ensinam às crianças é que os dragões podem ser derrotados.

G.K. Chesterton

Felicidade é estar constantemente de bem consigo mesmo.

É viver intensamente os pequenos momentos, para poder guardar grandes lembranças.

É amar profundamente, pois cada instante vivido com amor será eternizado.

É jamais desanimar diante de qualquer obstáculo.

Ame-se para amar quem está ao seu redor e emitir vibrações positivas.

Foi no ano de 1912 que a escritora americana Eleanor Hodman Porter lançou a novela intitulada Polyanna. A repercussão, na época, no mundo inteiro foi de uma impressionante onda de esperança, entusiasmo e otimismo.

A novela relata a história de uma menina, órfã de mãe, cujo pai encomenda para o natal uma boneca que ela estava pedindo há muito tempo.

Quando chegou a encomenda, contudo, para grande decepção da menina, o embrulho continha um par de muletas. Quando ela começa a chorar, o pai a consola dizendo que ela deve ficar contente. Contente por que? Desabafa ela. Eu pedi uma boneca e ganhei um par de muletas. Pois fique contente por não precisar delas.

A partir daí, o pai, muito sábio, estabelece o que ele chamaria o jogo do contente.

Assim, quando ele morre e Polyanna é entregue aos cuidados de uma tia amarga, carrancuda, exigente, em vez de sofrer com as maldades que ela lhe apronta, Polyanna encontra em tudo um motivo para ser feliz.

O quarto é muito pequeno? Ótimo, assim ela o limpará bem mais depressa.

Não existem quadros na parede, como havia em sua casa? Que bom, assim ela poderá abrir a janela e olhar os quadros da natureza, ao vivo.

Não tem um espelho? Excelente, assim nem verá as sardas do seu rosto.

Mais tarde, ela acabará conquistando para o jogo do contente a empregada e a própria tia, austera e má.

A história que foi continuada em uma outra obra, chamada Polyanna moça, nos remete aos conceitos exarados em o evangelho segundo o espiritismo, a respeito do homem de bem, que “sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar.”

Portanto, nos momentos de graves dificuldades, busquemos os motivos para nos alegrar.

Nosso passeio de final de semana não deu certo, por causa da chuva que caiu torrencial? Alegremo-nos por estarmos em nossa casa, abrigados, e aproveitemos esses dias para uma convivência maior com a família.

A viagem de férias, tão planejada, foi por água abaixo porque o salário não chegou e a gratificação foi menor do que o esperado?

Fiquemos contentes e vamos curtir o cantinho doméstico. Aproveitemos o tempo para conviver com os amigos, sair com os filhos. Conhecer os recantos públicos da cidade, conviver com a natureza.

Viver com alegria é uma arte. Por isso mesmo, preservemos a jovialidade em nossa conduta. Porque um cenho carregado sempre reflete aflição, desgosto e contrariedade. E não faz bem a ninguém.

Destilemos alegria e bom ânimo, irradiando o bem estar que provém de nosso coração.

Alegremo-nos e nos sintamos felizes por viver na terra, especialmente nesta nova era de um novo milênio de tantas esperanças, e colaboremos eficazmente pela concretização do bem nos corações e a paz no mundo, começando pela instalação em nós mesmos.

“O tesouro de um comportamento jovial tem o preço da felicidade que oferece a todas as pessoas.”

Fontes

01. Revista Presença Espírita nº 222 – O Jogo do contente
02. Vida Feliz , Cap. XXXIV
03. O Evangelho segundo o Espiritismo, Cap. XVII, item 3.

Contam que uma pequena menina carregava água todos os dias num balde que tinha um furo no fundo.

Era perfeito pra ela porque de início estava bem pesado, mas depois ficava mais leve durante o percurso.

Todos queriam trocar seu balde, mas ela não trocava. A seca era intensa.

Os dias se passaram e então puderam ver que somente por onde a menina passava é que havia um linda carreira de flores lindas que exalavam seu perfume.

Sempre fica algo de bom daquilo que parece estar completamente errado.

Eu me acostumei a sonhar
E jamais deixei de acreditar
Que meu destino era te amar.
Não te esperei,
Mas meu coração
Já sabia dos truques da vida,
Ele junto do destino uniu forças
E fez com que nossos olhares se cruzassem…
E num momento inesperado
Nascesse um grande amor.
Amor que acelera o coração
E alimenta a alma.
Momentos que já estavam escritos,
E que nenhum mortal
Seria capaz de mudar.
Um amor que podem anos se passar,
Mas ele jamais vai deixar de existir.
As palavras poderiam denunciar
Que não existe mais amor,
Mas o coração não iria aceitar,
Iria ignorar as palavras e sofrer.
Encontrei
Meu Grande Amor,
Um encontro que mudou a minha vida,
Que me ensinou
O que é realmente Amar!

Não deixe seus erros influenciarem sua vida.

Viva cada segundo, erre e acerte, porque a vida é feita de opiniões e é ela que escolhe quem é melhor.

Deixe os outros pensarem o que quiserem de você, porque quem tem que ser feliz é você mesma.

Mostre que você é feliz e que não se abala com os outros dizendo que você não consegue.

Dizem que sentir saudade é bom; que ela alimenta aquele desejo enorme de rever quem a gente tanto gosta, de reviver os momentos que tanto nos fizeram bem. Dizem até que ela faz parte dos melhores sentimentos que podemos sentir.

Mas nós temos de concordar: saudade demais incomoda, machuca, dói. Porque lá no fundo a gente sabe que é um pedaço do nosso coração – se não ele todo – gritando por mais, muito mais daqueles minutinhos de prazer e alegria que nós demos a ele. São pedacinhos nossos que marcaram a poeira do tempo, e nela se desenharam como uma doce recordação do que foi bom.

Não deixe suas panelas brilharem mais do que você!!!!

Não leve a faxina ou o trabalho tão a sério!

Pense que a camada de pó vai proteger a madeira que está por baixo dela!

Uma casa só vai virar um lar quando você for capaz de escrever “Eu te amo” sobre os móveis!

Antigamente eu gastava no mínimo 8 horas por semana para manter tudo bem limpo, caso “alguém aparecesse para visitar” – mas depois descobri que ninguém passa “por acaso” para visitar – todos estão muito ocupados passeando, se divertindo e aproveitando a vida!

E agora, se alguém aparecer de repente?

Não tenho que explicar a situação da minha casa a ninguém… …as pessoas não estão interessadas em saber o que eu fiquei fazendo o dia todo enquanto elas passeavam, se divertiam e aproveitavam a vida.

Caso você ainda não tenha percebido: A VIDA É CURTA… APROVEITE-A!!!

Tire o pó… se precisar…

Mas não seria melhor pintar um quadro ou escrever uma carta, dar um passeio ou visitar um amigo, assar um bolo e lamber a colher suja de massa, plantar e regar umas sementinhas? Pese muito bem a diferença entre QUERER e PRECISAR!

Tire o pó… se precisar…

Mas você não terá muito tempo livre…
Para beber champanhe, nadar na praia (ou na piscina), escalar montanhas, brincar com os cachorros, ouvir música e ler livros, cultivar os amigos e aproveitar a vida!!!

Tire o pó… se precisar…

Mas a vida continua lá fora, o sol iluminando os olhos, o vento agitando os cabelos, um floco de neve, as gotas da chuva caindo mansamente… Pense bem, este dia não voltará jamais!!!

Tire o pó… se precisar…

Mas não se esqueça que você vai envelhecer e muita coisa não será mais tão fácil de fazer como agora… E quando você partir, como todos nós partiremos um dia, também vai virar pó!!! Ninguém vai se lembrar de quantas contas você pagou, nem de sua casa tão limpinha, mas vão se lembrar de sua amizade, de sua alegria e do que você ensinou.

Afinal

“Não é o que você juntou, e sim o que você espalhou que reflete como você viveu a sua vida.”